"Nosso corpo é nosso templo, nossa vida deve ser nossa religião e cuidar dela nosso ato de fé".

terça-feira, 28 de outubro de 2014

INTEGRAL X REFINADO: VOCÊ CONHECE O MOTIVO DA TROCA?



O que é um alimento integral?
Alimento integral é aquele que não passou por nenhum processo, mantendo assim sua estrutura, minerais, vitaminas e fibras. Já um produto refinadopassou por todos os processos para a retirada da casca e película do grão, resultando assim em uma menor quantidade de fibra, minerais e vitaminas.
Quais são os benefícios do consumo de alimentos integrais?
Por serem ricos em fibras, quando adicionados à alimentação trazem diversos benefícios. Nosso organismo demora mais tempo para digerira fibra. O esvaziamento do estômago ocorre de maneira mais lenta, ocasionando a sensação de saciedade por um período maior. Além disso, podemos contar com uma liberação do açúcar, produzido pela digestão dos carboidratos, mais devagar na corrente sanguínea, beneficiando os diabéticos que precisam de um controle maior nesta questão. Os alimentos integrais ajudam também na prevenção da constipação intestinal (somando o consumo deste tipo de alimento mais a ingestão de água), o câncer de cólon, o excesso de colesterol no sangue e também a obesidade.
Quais produtos integrais podemos encontrar?
Encontramos diversas opções de alimentos integrais nos supermercados como pães, massas, cereais, aveia, granola, farinha, biscoitos, entre outros.
Podemos consumir uma quantidade maior de alimentos integrais do que refinados?
CUIDADO,é aí que mora o perigo. Como podemos perceber a maioria dos produtos integrais são fontes de carboidratos, que fornecem calorias assim como aos refinados. Cada 1g de carboidrato contida no alimento equivale a quatro calorias. Então, cuidado com a quantidade!
Veja o exemplo do pão francês. O refinado (pão branco) é composto por farinha branca, água, fermento e sal, enquanto o pão integral é composto por farinha de trigo integral, água, fermento e sal. Ambos possuem 50g. O refinado oferece 150 calorias, já o integral 135. Como você pode ver a diferença de calorias não é muito grande. Qual escolher então? Se você consumir o pão francês integral sentirá mais saciedade, reduzindo o consumo deste alimento, e ainda estará adicionando mais minerais, fibras e vitaminas a sua alimentação em apenas uma escolha.Aí está o grande benefício do consumo de integrais!

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Treino cardio antes ou depois do treino de força / hipertrofia?



Se estás decidido a desenvolver massa muscular, melhorar a forma como alternas entre musculação e treino cardiovascular fará toda a diferença nos resultados.

A controvérsia

Existem alguns temas recorrentes no mundo do culturismo que são capazes de gerar controvérsia entre atletas e até investigadores clínicos. Desde se os agachamentos devem ser paralelos ao chão ou mais baixos, até ao conceito de “janela anabólica”, a falta de informação e a interpretação errada de conceitos contribuíram para a discórdia nestas questões ao longo dos anos. Também a chamada “bro science” – informação dada por atletas experientes, muitas vezes considerada mais credível do que a investigação científica – não ajuda a clarificar qualquer destas dúvidas. De facto, no que diz respeito à altura ideal para fazer cardio, até veio piorar as coisas, ao promover a ideia de que o treino cardiovascular antes de levantar pesos é uma boa estratégia para conseguir um corpo magro e musculado. Que fique já aqui assente: não é!

Dois mundos diferentes

O treino cardiovascular e a musculação são duas atividades muito diferentes, realizadas para atingir resultados completamente distintos. O treino cardiovascular é geralmente associado à execução contínua de exercícios de intensidade baixa a moderada, durante um extenso período de tempo. Uma hora de corrida em ritmo lento, por exemplo, seria classificada como treino cardio, visto que mantém um ritmo cardíaco máximo de 75%. A lógica subjacente ao treino cardio assenta na ideia de que longos períodos de exercício contínuo esgotam progressivamente as reservas de glicogênio no corpo e que, esgotado o glicogênio do corpo, o sistema tenha de recorrer a outras fontes de energia disponivel: o tecido adiposo. Ou é assim que a maioria das pessoas pensa. O treino de força/hipertrofia procura resultados completamente diferentes. Tecnicamente falando, a otimização do treino de força e do treino para hipertrofia requer abordagens diferentes.
No entanto, ambos partilham alguns princípios e a forma como o exercício cardiovascular antes ou após o treino os afeta é a mesma. Por isso, para respondermos à pergunta que intitula este artigo, incluiremos os dois na mesma categoria. Um atleta que realiza treino de força ou culturismo é alguém que procura elevar o seu rendimento global em termos de força ou aumento de massa magra. Para o fazer, deve utilizar carga pesada, sujeitando grupos musculares específicos a níveis extremamente elevados de esforço, através de exercícios estandardizados num ambiente controlado.
O aumento da força e do tecido muscular acontece nas horas ou dias que se seguem ao treino, quando o corpo está a recuperar da tensão a que foi submetido. Durante a recuperação, o sistema neuromuscular é otimizado – aumentando, assim, a força – e repõe as fibras musculares danificadas, adicionando de seguida uma nova camada de tecido muscular– criando, assim, volume e força muscular. Portanto, de certa forma, destrói-se primeiro um pouco de músculo para poder repor essa mesma quantidade de tecido e acrescentar mais um pequeno extra no final. Então, que tem isto que ver com fazer cardio antes ou depois da musculação? No fundo, tudo.

Nem tudo o que queima é ouro

Do ponto de vista prático, e sabendo que o treino de força/hipertrofia requer a realização de repetições com carga pesada, faz sentido que se enfrente este tipo de exercício com as reservas de glicogénio repletas. Resumindo, vais precisar de energia! Ao mesmo tempo, supondo que o exercício cardio consome a energia do glicogénio do corpo até à última gota, como estratégia para depois começar a queimar gordura corporal, faz também sentido que seja feito no final do treino, aproveitando qualquer energiaque possa ter restado da musculação. Dito isto, o lógico seria apontar a argumentação num só sentido: treino com pesos levado ao máximo e treino cardio para dar o toque final. Mas o que acontece se decidires desafiar a lógica e fizeres as coisas ao contrário?
Se for tudo numa tentativa de chegar ao fracasso, estás no bom caminho. Eis porque fazer cardio antes da musculação é uma péssima ideia: se esgotares logo as tuas reservas de glicogénio e te submeteres depois ao esforço dolorosamente intenso que o treino de força/hipertrofia exige, poderás estar, na verdade, a anular todo o propósito de aumentar a força e a massa muscular. O treino de musculação realizado quando os níveis de energia estão baixos aumenta a libertação de cortisol. O cortisol, por sua vez, utiliza os aminoácidos do músculo para produzir a glicose que o teu corpo exige para continuar a treinar. Se o teu corpo começa a queimar os aminoácidos dos músculos para obter energia, isto significa que estás a consumir o teu próprio tecido muscular para manteres o treino com pesos. Isto é exatamente o oposto do que deves fazer.

Conclusão

O treino cardiovascular pode ser combinado com musculação para atingir a máxima definição e força muscular. Porém, os resultados dependem de qual exercício escolhes fazer primeiro. Se começares por gastar a maioria da tua energia no cardio e fores depois levantar pesos, não só não serás capaz de utilizar toda a tua força, prejudicando assim o desenvolvimento muscular, como irás também desgastar o tecido muscular existente, graças à libertação de cortisol.
No entanto, se começares o treino de musculação com níveis elevados de energia, terás o máximo desempenho, aumentando assim os teus ganhos de força e de massa magra. Ao deixares o exercício cardiovascular para quando tiveres terminado com os pesos, serás capaz de queimar essas últimas calorias que restaram na reserva, otimizando a definição muscular sem comprometer a massa muscular que tanto te custou a ganhar.
Para terminar, lembra-te que atingir a maior definição muscular depende fortemente do teu consumo calórico. No fim de contas, se consumires mais calorias do que as que gastas, aquela gordura mais teimosa simplesmente não desaparecerá. Perder gordura é um jogo de números e a palavra mágica neste jogo é “défice calórico”. Toda a musculação e cardio do mundo são insuficientes para conseguir aqueles abdominais definidos que tanto queres mostrar, se não chegares ao estado de défice calórico.  Por agora, lembra-te disto: levanta os pesos primeiro, vai para a passadeira depois.

Fonte prozis

sábado, 25 de outubro de 2014

Novembro Azul: ressonância magnética ganha espaço no diagnóstico de câncer de próstata




Detecção precoce da doença pode melhorar decisão terapêutica e reduzir mortalidade

No mês da campanha Novembro Azul, a ideia é alertar para o câncer de próstata, o mais comum entre os homens em todo o mundo e a segunda causa de morte relacionada a cânceres no Brasil. De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), foram mais de 60 mil novos casos em 2012, e, para Leonardo Kayat Bittencourt, radiologista da Clínica de Diagnóstico por Imagem (CDPI), somente a detecção precoce e a correta seleção de tratamento são capazes de reduzir o número de mortes. Ele defende a utilização da ressonância magnética como importante método diagnóstico auxiliar na definição dessas questões.

 Segundo Leonardo, a técnica vem auxiliando na identificação e caracterização da doença. “O exame vem evoluindo como uma modalidade poderosa na localização e no estadiamento desse tipo de câncer, exibindo um desempenho superior ao exame de toque retal ou à ultrassonografia”, argumenta.

Para o médico, os exames de toque retal e PSA ainda são fundamentais para o rastreamento do câncer de próstata, e todo homem acima de 40 anos deve consultar-se com um urologista pelo menos uma vez ao ano, conforme orientação da Sociedade Brasileira de Urologia. Entretanto, esses exames, a ultrassonografia e até mesmo as biopsias apresentam limitações no diagnóstico, o que provocou interesse pelo desenvolvimento de outras técnicas.

Nesse contexto, a ressonância de próstata apresenta-se muito promissora, por causa da alta resolução das imagens e da possibilidade de estudar o comportamento biológico dos tecidos de forma não invasiva. “De acordo com as diretrizes da Sociedade Brasileira de Urologia e da Sociedade Americana de Câncer, a ultrassonografia isoladamente não é recomendada para o diagnóstico por imagem do câncer de próstata, pois não há evidências suficientes que comprovem sua especificidade ou capacidade de aumentar a taxa de detecção. Dessa forma, a ressonância vem ganhando cada vez mais importância no manejo do câncer de próstata”, afirma Leonardo.

O radiologista aponta que é possível visualizar lesões de diferentes formas por meio da ressonância magnética. “Já temos evidências científicas fortes de que algumas técnicas como difusão e permeabilidade modificam significativamente a classificação de risco dos pacientes e a decisão pelo tratamento adequado, o que aumenta a confiança do diagnóstico”, conclui.           

O exame dura em média 30 minutos, e Leonardo aconselha a realização em aparelhos de última geração, preferencialmente do tipo 3 Tesla, que oferece melhores resultados. O especialista faz ainda um alerta para pacientes que tenham passado por biopsia recente e serão submetidos à ressonância magnética: “O ideal é fazer o exame antes da biopsia ou esperar ao menos um mês de sua realização. Assim, diminui a influência das áreas de sangramento na interpretação das imagens”, pondera ele.

Mas independentemente da maneira de diagnosticar a doença, o especialista defende a prevenção e o rastreio clínico como as melhores opções, sobretudo em homens com mais de 50 anos. “Para se manter saudável, é preciso ter alimentação balanceada e praticar exercícios físicos regularmente, em especial os homens que estão no grupo de risco, ou seja, com idade acima de 50 anos, histórico familiar da doença, com excesso de peso ou sedentários. E, logicamente, a consulta frequente com um urologista é fundamental para um acompanhamento adequado”, conclui o médico, afirmando que a utilização do novo método diagnóstico tem contribuído para adequar as formas de tratamento e aumentar as chances de cura dos pacientes.


Fonte:Juliana Xavier saudeempauta.com.br

Os mitos e as verdades do mundo das academias


1 – Músculos grandes são mais fortes
Mito: depende de que tipo de força, mas nem sempre músculos volumosos são fortes. Pode-se perfeitamente aumentar a força sem aumentar volume.
2 – Treinar em jejum emagrece
Verdade: realmente, durante o jejum, a gordura é disponibilizada para a queima e fornecimento de energia. Contudo, este processo é limitado.Desse modo, a partir de certo momento (o que depende da modalidade, intensidade e tempo da atividade), o organismo começa a utilizar massa muscular para fornecer energia para a atividade.
3 – Ginástica segmentada reduz a gordura localizada em determinada área
Mito: enquanto os músculos da área exercitada (como no abdômen ou no quadril) podem se tonificar ou até crescer (hipertrofiar), as gorduras não serão preferencialmente queimadas nesta área. O corpo, quando usa gordura, a retira de todas as regiões do corpo, especialmente onde você exercita. A ginástica redutora localizada promete mas não cumpre.
4 – Fazer exercício não queima muitas calorias, por isso não emagrece
Verdade: de fato, para queimar 1 quilo de gordura você teria de andar 24 horas sem parar e sem comer. Contudo, fazer exercícios regularmente eleva o metabolismo a curto e longo prazo. O resultado é que mais calorias estão sendo queimadas continuamente, mesmo quando você está descansando.
5 – Beber água durante a aula ou treino impede o emagrecimento
Mito: a perda de água não é perda de gordura. Ela é tão essencial (ou mais) do que outros alimentos. Uma pessoa normal necessita de 3 a 4 litros de água por dia. Uma porcentagem vem dos alimentos sólidos e o resto em líquidos. Deve-se beber água sempre que sentir sede e ninguém deve ser impedido de bebê-la durante a aula.
6 – Comer poucas vezes ajuda a perder peso
Mito: o oposto é verdadeiro. Pesquisas já demonstraram que comer pequenas refeições mais vezes, por exemplo, a cada 3 horas, ajuda mais no controle do peso.
7 – Para perder peso deve-se controlar as calorias
Verdade: o valor calórico dos alimentos que ingerimos e as atividades que realizamos variam muito para que a contagem de calorias seja efetiva. A variedade equilibrada na seleção de alimentos e o exercício são a chave para o controle de peso.
8 – Correr com agasalho ajuda a emagrecer
Mito: nunca se agasalhe demais ou enrole plásticos no corpo para se exercitar. A perda de peso ocorrerá devido à desidratação. O volume é reposto imediatamente após o exercício. Roupas ideais permitem a regulação da temperatura corporal necessária para um bom funcionamento das reações fisiológicas que ocorrem durante o treino.No inverno, é preciso conservar o calor corporal e evitar sua perda para o ambiente mais frio.No verão, é necessário vestir roupas que permitam a perda de calor, mantendo a temperatura do corpo confortável.
9 – Mulheres que fazem musculação ficam masculinizadas
Mito: nenhuma mulher deveria se preocupar com isso. Ter um corpo forte e saudável não faz nenhuma mulher ficar mais masculina, pelo contrário, torna-a mais atraente. Nenhuma atividade pode alterar a feminilidade de alguém.
10 – Após a atividade física, você deve sentir dor para que o exercício surta efeito.
Mito: não é preciso que você sinta dor muscular para ter bons resultados. Porém, se você está parado (a) há muito tempo, ao iniciar um programa de exercícios, provavelmente sentirá dor muscular devido ao estímulo dado ao músculo que não está acostumado com determinado exercício. Assim, o treino deverá ser progressivo, iniciando de acordo com o seu condicionamento, para não causar lesões. Atletas que trabalham no limite do condicionamento também estão sujeitos a dores e a lesões, por isso, devem fazer um trabalho com acompanhamento e orientação de um profissional competente.
11 – As dietas com pouco carboidrato são mais efetivas porque forçam o corpo a queimar gordura
Verdade: o corpo sai de seu estado de equilíbrio quando ele é privado de carboidrato. Como o uso de gordura só pode ocorrer se o carboidrato estiver presente, a quebra incompleta de gorduras origina detritos chamados corpos cetônicos, que produzem resultados prejudiciais, incluindo náuseas, fadiga, apatia. O pior de tudo é que, com a falta de carboidrato, o corpo utiliza rapidamente a terceira fonte de energia: proteínas. As proteínas usadas para energia não podem ser usadas para o crescimento e para a manutenção dos tecidos do corpo. Cerca de 50% da perda numa dieta com pouco carboidrato vêm dos músculos e água. O objetivo da dieta é perder gordura, não músculos.
12 – Comer banana reduz as cãibras
Mito: a deficiência de potássio pode ser um diagnóstico precoce demais, pois as contrações estão mais ligadas a baixos níveis de magnésio e sódio.Além de hidratação insuficiente, falta de alongamento e excesso de esforço também são possíveis causas. Se encher de banana não é a solução para nunca mais ter cãibra. Ao sentir a dor, é melhor parar, beber água ou isotônico, alongar a região afetada e esperar a dor passar.
13 – Para aumentar a massa muscular é necessário que se treine muito todos os dias
Mito: o aumento da massa muscular não ocorre durante o exercício, mas no período de repouso. É preciso pelo menos doze horas de descanso para o músculo recuperar o estoque de energia gasto durante o exercício e se refazer dos traumas ou lesões provocados pelo esforço. É esse processo que cria volume e definição muscular.
14 – A gordura vira músculo com treinamento físico
Mito: o exercício não destrói os depósitos de gordura. Na verdade, ele ajuda a queimar calorias provenientes da gordura. Quando você diminui o peso por meio de dieta e exercício, ocorre a redução do volume das células adiposas, ou seja, elas continuam lá, mesmo depois de você ter emagrecido. A diminuição da quantidade de células gordurosas somente é feita por procedimento cirúrgico, como lipoaspiração ou outros métodos.

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Suplemento caseiro para ganhar Massa Muscular



Tomar um copo de vitamina de banana fortificada com um suplemento caseiro para ganhar massa muscular ajuda a desenvolver músculos fortes mais rapidamente, sem prejudicar a saúde. No entanto, quem não pratica exercícios não deve tomar este shake com frequência porque como ele possui muitas calorias, o indivíduo pode engordar ao invés de definir os músculos e isso além de não ser o esperado pode aumentar o colesterol.

Receita do suplemento caseiro para ganhar Massa Muscular

Esta receita de suplemento caseiro para ganhar massa muscular utiliza apensa ingredientes naturais e é ótima para potencializar o desenvolvimento dos músculos de quem pratica exercícios regularmente.

Ingredientes

  • Linhaça
  • Levedura de cerveja
  • Gérmen de Trigo
  • Gergelim
  • Aveia em flocos
  • Amendoim
  • Guaraná em pó

Modo de preparo

Colocar 2 colheres (sopa) de cada um dos ingredientes num recipiente e manter bem fechado. Para preparar o shake basta bater no liquidificador 3 colheres de sopa cheias desta mistura com 1 banana e 1 copo de leite integral. Deve-se tomar o shake logo após o seu preparo, após terminar os exercícios.
É aconselhado manter o suplemento num recipiente devidamente fechado, num ambiente seco, ao abrigo da luz.

Informação nutricional

Apresenta-se a informação nutricional aproximada de um copo desse shake que tem 3 colheres de sopa cheias do suplemento caseiro, 1 banana e 1 copo de leite integral.
ComponentesQuantidade em 1 copo de shake
Energia531 calorias
Proteínas30,4 g
Gorduras22,4 g
Carboidratos54,4 g
Fibras9,2 g
Esse shake é muito nutritivo rico em proteínas, tem gorduras e carboidratos saudáveis para o organismo e fibras que regulam o intestino e ajudam a desintoxicar.

.fonte:tua saude.com

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Cinco alimentos que fortalecem o sistema imunológico



Você sofre de resfriados e gripes com mais freqüência do que gostaria? Existe uma maneira de evitá-los sem recorrer a remédios ou vitaminas extras.
Uma mudança na alimentação pode ser suficiente para acabar com os resfriados recorrentes. Alguns alimentos fortalecem a defesa do organismo para combater doenças e vencer a batalha contra bactérias e vírus.
"Uma dieta equilibrada que inclua legumes, frutas e outros produtos naturais é a melhor maneira de fornecer ao sistema imunológico vitaminas e minerais que vão fortalecê-lo", disse à BBC Emma Williams, da Fundação Britânica de Nutrição.

Aqui está uma lista de cinco alimentos que ajudam a combater os invasores do corpo.


Moluscos


Moluscos contêm zinco, componente essencial do sistema imunológico celular
Esses animais marinhos, entre eles mariscos, ostras e lulas, contêm zinco, um componente essencial do sistema imunológico celular.
De acordo com um artigo na Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, no corpo humano, quando há uma deficiência deste elemento, as células de defesa (ou linfócitos), que coordenam a resposta imune celular, não funcionam de forma adequada.
No entanto, é importante ter em mente que o excesso dessa substância pode inibir o mecanismo de defesa do organismo contra a doença.
De acordo com o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido (NHS, na sigla em Inglês), a quantidade diária recomendada de zinco para as mulheres é entre 4 e 7 miligramas e para homens é entre 5 e 9 mg.


Iogurte


Produtos lácteos fermentados têm "bactérias boas"
Assim como outros produtos lácteos e fermentados, esse alimento tem probióticos, também conhecidos como "bactérias boas".
São microrganismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, são capazes de regular a resposta do sistema imunológico, de acordo com a Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO, por sua sigla em Inglês).
De acordo com um artigo da Clínica Mayo, nos Estados Unidos, os probióticos têm vários benefícios para os seres humanos, incluindo a prevenção de gripes e resfriados, além de diminuir a gravidade dos sintomas, caso a doença não possa ser completamente evitada.
Ainda segundo o mesmo documento, as "bactérias boas" também ajudam a prevenir infecções vaginais, do trato urinário e também a acelerar a recuperação de certas infecções intestinais, como a síndrome do intestino irritável.

Alho


O alho tem propriedades capazes de combater infecções e vírus
Em testes laboratoriais, os investigadores descobriram que o alho tem propriedades que permitem combater a infecção, as bactérias, vírus e fungos.
Embora mais estudos sejam necessários para determinar os benefícios específicos dessa planta em humanos, uma pesquisa feita nos países do sul da Europa encontrou uma ligação entre a freqüência de consumo de alho e cebola e uma redução do risco do desenvolvimento de certos tipos câncer.
De acordo com a WebMD, um site americano com informações relacionadas a saúde, o alho tem uma variedade de antioxidantes que ataca os "invasores" do sistema imunológico. "Um de seus alvos é a Helicobacter pylori, uma bactéria associada com algumas úlceras e câncer de estômago."

Cereais


A vitamina B6 é encontrada em cereais como o trigo e a aveia
Vários estudos científicos sugerem que a deficiência de vitamina B6 - encontrada na aveia, no germe de trigo e de arroz - diminui a resposta do sistema imunológico.
Um exemplo disso, de acordo com um artigo na Faculdade de Medicina da Universidade de Harvard, nos EUA, é a capacidade das células de amadurecerem e se transformarem em vários tipos de linfócitos.
Quantidades moderadas de cereais para complementar o nível de deficiência de vitamina B6 restaura o funcionamento do sistema imunológico.
"Grãos (carne, peixe, nozes, queijo e ovos) também têm selênio, que também beneficia o sistema imunológico, diminui as doenças infecciosas em idosos e ajuda na recuperação de crianças com infecções do trato respiratório", Williams explica.

Frutas cítricas


A vitamina C pode ajudar com que a gripe seja mais rápida e menos grave
De acordo com um artigo da National Library of Medicine, os resfriados de pessoas que consomem regularmente a vitamina C, presente em frutas cítricas, podem durar menos tempo e os seus sintomas nesses casos são geralmente menos graves.
"Em adultos, a duração é reduzida em 8% e em crianças por 13,6%. Estudos têm mostrado que, em pessoas que fazem exercício físico nos meses de inverno ficando exposto ao frio extremo, o consumo de vitamina C reduziu pela metade a chance de ficar resfriado ", acrescenta Williams.
Deve-se considerar, no entanto, que, uma vez que já se tem a doença, as frutas cítricas não têm efeitos terapêuticos.
A vitamina C é importante para a formação da proteína usada na pele, tendões, ligamentos e vasos sanguíneos.


Leia mais em: http://zip.net/bcpX26

domingo, 19 de outubro de 2014

Elíptico



É uma máquina usada para simular a subida de escadas, caminhada ou corrida. Sua principal diferença é o fato de fazer isso usando também os braços como apoio, o que acaba trazendo um gasto energético muito interessante. Outra vantagem é a ausência de impacto que diminui o risco de lesões. A prática melhora o condicionamento cardiorrespiratório e ajuda na definição de braços e pernas. O gasto calórico em 1h é de até 700 calorias.

Cuidados antes de praticar: algumas pessoas usam achando que estão sentados em uma bicicleta e isso é errado. Portanto, para o movimento sair mais próximo do ideal é preciso movimentar o quadril junto com o movimento das pernas.


Lista de Alimentos essenciais para uma dieta para ganhar massa muscular


Alimentos Ricos em Proteína:
- Whey Protein
- Ovos
- Peito de Frango
- Peito de peru
- Peixe (salmão, atum)
- Proteína barra de proteína isolada de soja
Alimentação ricos em carboidratos:
- Batata doce
- Aveia, creme de trigo, creme de arroz
- Feijão
- Pão
- Massas
- Todos os cereais (quente ou frio)
Gorduras saudáveis:
- Azeite
- Óleo de girassol
- Nozes
- Abacates
Quer Realmente Ganhar massa Muscular, então dê valor a sua Deita
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